segunda-feira, 7 de maio de 2012

A primeira febre a gente nunca esquece!


Realmente, a primeira febre do bebê é apavorante... pois não sabemos como agir e em que momento é o momento certo para dar o remedinho. A primeira febre do Pedro Henrique aconteceu quando ele tomou quatro vacinas em um único dia, duas vacinas na boca e duas furadas na perna. Isso mesmo amiga, duas furadas! Já pensou que judiação?! Infelizmente não tinha como não deixar de aplica-las...

Quando a enfermeira enfiou aquela agulha na perninha do meu filho chorei junto com ele. Foi angustiante vê-lo chorar e eu só tinha o poder de acalenta-lo. Mas são dores que dá para sobreviver... acho que aos poucos vamos ficando fortes.

Sobre as vacinas, acho importante falar um pouco de cada uma. As vacinas que meu filho tomou foram: Antipólio, Rotavirus, Tretravalente e Pneumocócica. Essas vacinas devem ser aplicadas no segundo mês de vida do bebê e protegem das seguintes doenças:

- - Vacina oral poliomielite (VOP): contra a poliomielite, também chamada de paralisia infantil. Uma nova dose deve ser dada aos quatro meses de idade e outra, aos seis. Mais tarde, com um ano e três meses, a criança deve receber o reforço.

- Vacina oral de Rotavírus humano (VORH): contra a diarreia provocada por um micro-organismo chamado rotavírus. Uma nova dose deve ser dada aos quatro meses de idade. Um alerta a serem dadas as mamães é que as fezes do bebe devem ser descartadas imediatamente e não devem ser jogadas junto com outros lixos, pois o rotavirus é expelido nas fezes do bebê. Além disso após trocar o baby deve-se lavar
muito bem as mãos.

Tetravalente (DPT+Hib): combate doenças como difteria, tétano, coqueluche, meningite e alguns tipos de gripe. Uma nova dose deve ser dada aos quatro meses de idade e outra, aos seis. Mais tarde, com um ano e três meses, a criança deve receber a primeira dose do reforço da DPT, e a última dose aos quatro anos.

- Vacina pneumocócica 10 (conjugada): contra a pneumonia, meningite, otite e algumas outras doenças. Uma nova dose deve ser dada aos quatro meses de idade e outra, aos seis. Mais tarde, com um ano de idade, a criança deve receber o reforço.

Essas vacinas podem ser dadas tanto na rede pública como em Clinicas particulares, a diferença é que a aplicada em Clinica particular dá menos reação ao bebê, pois são as vacinas com o nome de “acelular”. A única coisa ruim é que o preço é um pouco salgado.

Bem, voltando à febre, meu filhote ficou muito abusadinho, passou o dia sem dormir direito e chorou por diversas vezes. Uma dessas, teve uma crise de choro e chorou inconsolavelmente por mais de meia hora... e foi muito difícil conseguir acalmá-lo. E mais uma vez, chorei junto. Como a vacina foi pela manha cedo e ele já começou a ficar inquieto e choroso, no inicio da tarde dei logo o remédio para febre, foi quando ele se acalmou e dormiu. No inicio da noite começou a ficar febril e notei que a temperatura estava aumentando, não esperei muito e dei logo o remédio novamente (seis horas depois), e quando foi de madrugada notei meu filho muito quente e ao medir a temperatura ele e vi que ele estava com febre. Dei novamente o remédio e em quinze minutos a febre baixou e meu filhote voltou a dormir queitinho.

É angustiante ver o filho sofrer, como ele não sabe falar, ele se comunica chorando. Então, como mãe tive que saber interpretar os sinais do meu filho. Eu sabia que ele estava sentindo dor e o que pude fazer foi acalentá-lo e usei o remédio para amenizar a dor e febre do meu pequeno. Graças a Deus, no dia seguinte o meu filho amanheceu bem melhor e não teve mais febre, ainda um pouco inquieto, acredito eu com dor na perninha devido a injeção, mas febre não.

Como mãe eu aconselho que em caso de dúvidas, ligue para o Pediatra do seu bebê, pois nestes momentos temos que contar com esse apoio. Inclusive, quando for escolher um Pediatra, escolha um acessível, que você possa telefoná-lo sempre que puder. Não existe coisa pior que num momento de doença do filho não conseguir contato com o médico.

Beijos!
Quem contribuiu com esse texto foi:


Adrilúcia Gonçalves, 30 anos, casada
Analista de Sistemas
Contato: goncalves.adrilucia@gmail.com

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