Cruelty Free - Escolhi seguir meu coração



Olá Divina,

estava lendo a edição 385 de fevereiro de 2018 da revista Superinteressante (Editora Abril) quando me deparei com um texto do Eduardo Szklarz e Karin Hueck sobre os animais. Era um texto muito impactante que nos mostra o quanto o homem ainda coisifica os animais e ainda comparou nossas justificativas com as mesmas utilizadas para justificar a escravidão dos negros ou a execução de judeus nos campos de concentração. Eles dizem que estudos comprovaram que os animais sentem algo como "dor" e alertam que precisamos caminhar para um mundo livre de crueldade (que é o que pode e deve ser evitado). Ainda no texto, eles citam alternativas simples que podem guiar a humanidade para um novo momento: "Comer menos carne, comprar ovos de galinha criadas soltas, não comprar animais de raça (se possível, adote), evitar produtos que testam em animais".

Segundo artigo Opção por cosméticos sem testes em bichos esbarra na falta de informação, publicado no G1 pela Mariana Lenharo, não existem selos oficiais que garantam que determinado produto não tenha sido testado em animais, então a Cruelty-free criou o selo “Leaping Bunny” ("coelho saltitante", em inglês), que concede a empresas que se comprometem a não realizar testes em animais e não comprar ingredientes de fornecedores que tenham essa prática.

Alguns exemplos de selos

Divina, o foco deste post é justamente falar sobre produtos cujos laboratórios que os produzem não fazem testes em animais (todo produto antes de ser lançado precisa ser testado e algumas empresas realizam esses testes em animais de maneira cruel). No artigo da Superinteressante, os autores informam que o FDA (Food and Drug Administration) reconhece que a grande maioria das drogas aprovadas em animais não funcionam em humanos. Outra coisa, a tecnologia que conquistamos já permite criar pele humana em laboratório, por exemplo, descartando a necessidade do uso de animais para identifica a reação do cosmético na pele e nos olhos.

De acordo com o artigo publicado no G1 da Mariana Lenharo, é informado que marcas que aparecem na lista (Acesse aqui a lista) de aprovadas pela PEA (Projeto Esperança Animal) enviaram uma declaração à ONG em que garantem não utilizar cobaias.

Além da lista publicada pela PEA existem listas contendo empresas internacionais - Acesse a página aqui - o que me deixou muito decepcionada com as marcas Johnson & Johnson, L'Oreal (Kerastase, LaRoche Posay), L'Occitane e Unilever, porque elas fazem testes em animais.

Ainda estou dando meus primeiros passos, mas acredito que serão com pequenas mudanças que poderemos causar grandes impactos na vida e no mundo. Um exercício diário de consciência, respeito e misericórdia pelo próximo.



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